Avançar para o conteúdo principal

O "Pinto" e a "Quinta"

Era uma vez umque vivia muito triste, pois não conhecia outros animais. Até que um dia, passou em frente a uma grande. Entrou e viu muitos animais. Viu as , os, e os. Viu também ume um. Passou por uma que estava a regar a horta. Espreitou pela janela e viu outra a fazer uma torta. O não queria acreditar. Aquele lugar parecia um sonho. Porém quando viu a com os seus filhotes ficou ainda mais feliz, pois tinha encontrado animais iguais a si. A partir desse dia, ocomeçou a viver na, e por ter feito tantos amigos, viveu feliz para sempre.

Uma histórinha para a minha princesa...

Comentários

Anónimo disse…
que linda história para contar á Nô-nô!!!
Eu vou contá-la ao Simão...
beijocas

Rute

Mensagens populares deste blogue

Ensaio sobre a cegueira

"Este é um livro francamente terrível com o qual eu quero que o leitor sofra tanto como eu sofri ao escrevê-lo. Nele se descreve uma longa tortura. É um livro brutal e violento e é simultaneamente uma das experiências mais dolorosas da minha vida. São 300 páginas de constante aflição. Através da escrita, tentei dizer que não somos bons e que é preciso que tenhamos coragem para reconhecer isso. José Saramago

Parabéns Salvador... (Jake Pirata)

O miminho que fiz para ti... Por todas as traquinices e meiguices dos teus 3 anos de vida. Amo-te para sempre.

Muriel

Às vezes se te lembras procurava-te
retinha-te esgotava-te e se te não perdia
era só por haver-te já perdido ao encontrar-te
Nada no fundo tinha que dizer-te
e para ver-te verdadeiramente
e na tua visão me comprazer
indispensável era evitar ter-te
Era tudo tão simples quando te esperava
tão disponível como então eu estava
Mas hoje há os papéis há as voltas dar
há gente à minha volta há a gravata
Misturei muitas coisas com a tua imagem
Tu és a mesma mas nem imaginas
como mudou aquele que te esperava
Tu sabes como era se soubesses como é
Numa vida tão curta mudei tanto
que é com certo espanto que no espelho da manhã
distraído diviso a cara que me resta
depois de tudo quanto o tempo me levou
Eu tinha uma cidade tinha o nome de madrid
havia as ruas as pessoas o anonimato
os bares os cinemas os museus
um dia vi-te e desde então madrid
se porventura tem ainda para mim sentido
é ser solidão que te rodeia a ti
Mas o preço que pago por te ter
é ter-te apenas quanto poder ver-te
e ao ver-te saber que vou deixar de ver-te